sábado, 7 de maio de 2011

Não é por questão de status

Sabe quando aparece do nada aquela vontade louca de ter um namorado (namorada, se você for um garoto)?
Mas não é por questão de status nem nada do tipo.
É que depois de um tempo sozinho você começa a pensar que gostaria de estar com alguém agora. Ainda mais com o frio chegando, não acha? Ter alguém pra ficar abraçado embaixo do cobertor e vendo um filme. Hm... Seria tão bom.
Andar de mãos dadas na rua, conversando animadamente... E depois de passar o dia inteiro com aquela pessoa, chegar em casa, ligar o computador e ficar até altas horas da madrugada conversando com ela!
Saber que sempre pode contar com aquela pessoa quando estiver triste ou alegre.
Não que amigos não possam fazer isso. Mas é sempre diferente quando tem um sentimento diferente envolvido.

Você conhece mesmo aquela pessoa?

Você conhece alguém e, instantaneamente - como fazer miojo -, vocês se tornam amigas. Tudo está muito bem. Vocês fazem todos os trabalhos da escola juntas, combinam de ir ao cinema só as duas...
Só que no ano seguinte as coisas mudam. Você chega antes na aula, mas ela não senta contigo quando chega. Você pensa "tudo bem, de um lado tem a parede e do meu outro lado uma outra amiga".
Não para (ou pára, sinceramente eu não gostei que tiraram o acento diferencial) por aí. Conforme os dias vão passando, essa amiga se torna mais fria, mais distante. De vez em quando ela parece estar normal, mas leva muito tempo para isso acontecer.
Toda vez que ela abre a boca pra falar contigo é para dar alguma indireta, criticar - popularmente conhecida como "dar patatas". E é aí que você percebe que não fez nada de errado para que isso acontecesse.

O que você faz numa situação dessas?
Bom, eu - mentalmente - disse foda-se. Por que deveria me preocupar quando sei que o problema não é comigo? Quando quiser, essa minha "amiga" (entre aspas, é claro. Depois do que fez acha mesmo que vou chamá-la de amiga de novo?) que me procure. Até lá, tratá-la-ei do mesmo jeito que me trata.

Mesmo sabendo que praticamente ninguém irá ler isso - e se ler, não entenderá, pois eu omiti muita coisa -, eu tenho minhas razões para agir assim.
Novamente não estou me fazendo ser entendida. Mas sinceramente eu não ligo. Eu entendo, e isso basta.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Como certa vez alguém disse: Que seja eterno enquanto dure!

Começando...

Começamos e desistimos de tantas coisas na nossa vida... 
No início é sempre uma alegria, uma empolgação. Mas aí passa o tempo e você esquece do que uma vez foi tão legal.
Pode ser que prometa que dessa vez será diferente, só que lá no fundo você sabe que não.